A Inteligência Artificial já entrou no cotidiano de milhões de pessoas, está nos celulares, nos computadores, nos mecanismos de busca e em diferentes ferramentas que usamos para trabalhar e aprender.
Na educação, porém, a discussão vai além de simplesmente perguntar se devemos usar IA, a pergunta que começa a ganhar importância é outra, como fazer com que a Inteligência Artificial realmente ajude o professor no seu dia a dia?
E se ela já estivesse integrada a uma das principais ferramentas utilizadas dentro da sala de aula?
IA na educação precisa fazer sentido para quem ensina
Quando falamos em Inteligência Artificial na educação, é comum pensarmos em grandes transformações, personalização da aprendizagem, análise de dados, plataformas adaptativas e novas formas de interação com os estudantes.
Tudo isso faz parte da discussão, mas existe uma dimensão mais próxima da realidade do professor, o tempo, o planejamento e a preparação das aulas.
Antes mesmo de entrar em sala, o professor precisa pesquisar conteúdos, organizar objetivos, preparar atividades, elaborar questões, selecionar materiais e pensar em diferentes formas de apresentar determinado assunto, é justamente nesse cotidiano que a IA pode deixar de ser apenas uma tendência e passar a ser uma ferramenta de apoio.
E se a IA já estivesse na lousa?
Essa é a proposta por trás da nova Lousa IFP (Interactive Flat Panel/ Painel Plano Interativo) da MOVPLAN.
O equipamento conta com o UMind, um quadro branco digital inteligente, que reúne recursos de escrita, apresentação, organização de conteúdos e Inteligência Artificial em um mesmo ambiente.
A IA pode apoiar o professor na criação de planos de aula, definição de objetivos educacionais, recomendação de materiais didáticos, criação de atividades, elaboração de questões e definição de níveis de dificuldade, ou seja, a tecnologia não precisa estar distante da rotina pedagógica, ela pode estar ali, na própria ferramenta utilizada durante a aula.
Da preparação da aula à prática
Imagine, por exemplo, que um professor esteja preparando uma aula sobre determinado conteúdo, em vez de começar do zero, ele pode utilizar os recursos de IA da lousa para estruturar um plano de aula, criar objetivos, gerar atividades e elaborar questões, depois, esses materiais podem fazer parte da própria experiência em sala.
A lousa permite importar apresentações, PDFs, documentos, imagens e vídeos, além de disponibilizar ferramentas educacionais, recursos 3D, experimentos virtuais e outros conteúdos.
A IA, nesse contexto, não substitui o planejamento pedagógico do professor, ela ajuda a reduzir o trabalho operacional para que o professor possa dedicar mais tempo ao que realmente exige sua experiência: ensinar, interagir, observar e tomar decisões pedagógicas.
E não para por aí
Um dos recursos mais interessantes da Lousa está no MindSpark, assistente de Inteligência Artificial integrado ao equipamento. O sistema permite conversar com a IA em linguagem natural, fazer perguntas, explicar temas, resumir documentos, gerar textos e analisar arquivos, também é possível criar uma base de conhecimento a partir de arquivos adicionados à biblioteca de IA.
Com isso, o sistema pode utilizar esses materiais como referência para responder perguntas, resumir conteúdos, localizar informações e interpretar documentos, na prática, isso abre novas possibilidades para trabalhar com os próprios conteúdos utilizados pela escola e pelos professores.
A IA pode tornar a lousa mais inteligente, mas o professor continua sendo essencial
Esse talvez seja o ponto mais importante dessa discussão, colocar IA dentro da sala de aula não significa colocar a IA no lugar do professor.
A tecnologia não conhece a turma como o professor conhece, não percebe da mesma maneira que ele quando um aluno está com dificuldade, quando uma explicação precisa ser retomada ou quando uma discussão inesperada pode gerar uma oportunidade de aprendizagem. A IA pode produzir informações, sugerir caminhos e acelerar tarefas.
Mas quem transforma tudo isso em experiência pedagógica continua sendo o professor
Por isso, falar em IA na educação não deveria significar apenas falar sobre inteligência artificial, precisamos falar sobre inteligência artificial com propósito pedagógico.
Quando a tecnologia começa a trabalhar a favor do professor
A evolução da tecnologia educacional não está apenas em criar telas maiores, equipamentos mais rápidos ou novas funcionalidades, está em aproximar a tecnologia das necessidades reais de quem está na escola.
Uma lousa que permite escrever, apresentar, pesquisar, compartilhar, transformar escrita manual em texto, reconhecer fórmulas matemáticas, acessar conteúdos e utilizar ferramentas de IA começa a assumir um papel diferente dentro da sala de aula, ela deixa de ser apenas uma tela para exibir conteúdo, passa a ser um ambiente de interação, criação e apoio ao professor e talvez seja esse um dos próximos passos da tecnologia educacional, não apenas levar mais tecnologia para a escola, mas fazer com que a tecnologia seja cada vez mais útil para quem ensina e significativa para quem aprende.
E se a Inteligência Artificial já estivesse na lousa?
Na nova IFP da MOVPLAN, ela está e o próximo passo é descobrir, junto com os professores, tudo o que podemos fazer com ela.