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Active Learning

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Queridos amigos.

Nesta matéria gostaria de discutir, mesmo que superficialmente, visto que o assunto é muito amplo e voltarei a ele outras vezes, sobre Active Learning (aprendizagem ativa).
Durante minhas férias de janeiro tive a grata oportunidade de trocar algumas ideias sobre educação com meu amigo Esdras Santana, e dente os vários assuntos falamos muito sobre Active Learning (aprendizagem ativa).

No Brasil ainda estamos tateando a superfície deste tema, em outros países, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, o tema já é explorado desde a década de 1940, isso mostra o quão atrasados estamos no debate.

A aprendizagem ativa se pauta por um conjunto de práticas pedagógicas que levam os alunos a assumirem uma postura mais ativa no processo de aprendizagem e assim abandonarem a postura de meros receptores de conteúdo, através de processos mais interativos. Como há muito se fala o aluno se torna protagonista de seu próprio processo de aprendizagem e o professor se torna o mediador, analisando e disponibilizando conteúdos, bem como aplicando as melhores técnicas para facilitar a apropriação do conhecimento pelos alunos.

Vários estudiosos se dedicaram a analisarem o impacto a aprendizagem ativa no processo cognitivo, um dos pioneiros foi Edgar Dale, que em 1969 criou um esquema (batizado de Cone de Experiência de Dale) para demonstrar o impacto desta abordagem.

Vale a pena refletir sobre o assunto e repensar nossas estratégias e práticas pedagógicas.

Cone-de-aprendizagem

Escrito por Sheldon Assis Pereira

Professor / Gestor de inovação educacional
[email protected]

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